quinta-feira, 16 de junho de 2011

Relato trabalho final

       O processo de desenvolvimento da interface se iniciou a partir do problema proposto pelo Windson, fazer uma interface na qual o usuário poderá fazer de forma mais fácil a validação das tags. Após analisarmos a proposta e acatarmos a ideia, foi feito a entrevista com os possíveis usuários, e a partir disso foram criados os perfis de usuários, as personas, cenário de problema , o cenário de interação, mapa de objetivos e o molic, que serviram como alicerce para sabermos o que seria necessário em nossa interface.
       Por se tratar de um plug-in para o Picasa buscamos dar a interface características estruturais e cores presentes no Picasa, ou seja, seguirmos o grid presente no Picasa e a cor cinza como base da interface e sobre esse padrão iniciamos nosso trabalho de modelagem da interface final.A área de seleção de fotos se trata da primeira ação que se deve ser executada na interface para que logo após ele possa iniciar a validação de tags, e na intenção, que de imediato o usuário visualiza-se essa área optamos por coloca-la do lado esquerdo, isso porque na cultura ocidental sempre iniciamos a varredura de algo do lado esquerdo para o direito. Nesta área correspondente a seleção de fotos, ao ser feita a marcação pelo usuário em determinada foto, o sistema dará o feedback através de um sinal de correto em cor verde (essa cor por representar algo positivo ou ativado), demonstrando-o a marcação da foto. Depois de selecionadas as fotos são adicionadas a área de visualização. Na composição dessa área de visualização utilizamos a metáfora de um palco, pois queríamos passar ao usuário a ideia de algo que esta sendo apresentado a ele. Para construirmos o palco utilizamos um fundo preto, pois esta cor possui uma maior imparcialidade evintando-se com isso que a cor pudesse influenciar o usuário, e para destacar as fotos do fundo preto foi adicionamos duas lâmpadas, dispostas uma em cada canto, iluminando a área correspondente a foto, dando-a um destaque em relação ao fundo. Nesta área foi pensado em diversas formas de visualização possíveis para as fotos, em tamanho e numero, e para representar essa função foi criada uma barra baseada na ideia de zoom, onde a mediada que aproxima-se do ícone “+” temos o aumento da foto e a medida que aproximamos do ícone “-“ temos a diminuição das fotos, além da barra zoom temos botões pré-definidos ao lado desta barra que possuem visualização predefinidas, uma foto por vez(representado por um ícone de uma pequena foto), mais de uma foto com limite de três(representado pelo ícone de varias fotos pequenas) ou varias fotos(representada pelo ícone de diversas fotos miniaturizadas).Na área de validação de tags temos as tags sugeridas pelo sistema colocadas em categorias, a opção por cataloga-las em categoria se deve ao fato do numero de tags ser muito alta então ao separarmos em categorias, temos uma maior organização e facilitação na busca da tag. Para desativar ou reativar um tag, utilizamos uma metáfora com o ON\OFF, onde ao desativar a tag o botão adquiri a cor vermelha e ao ser ativado adquiri a cor azul. Para finalizar o usuário pode clicar sobre o botão validar tags, e salvar as alterações.

       Em geral, nossa interface busca ser agradável se utilizando de cores claras e um certo toque de sofisticação através de pequenos detalhes utilizados como degrade e alpha em sua composição. A fácil apreensão da utilização da interface foi algo que presamos bastante e para isso diversos índices e símbolos foram utilizados, como exemplos têm: o símbolo de correto (quando marcada a foto), o “+” e o”-“ para representar o zoom, botão que ganha uma determinada tonalidade de cor de acordo com estado (ativado – azul e desativado – vermelho), alguns outros botões onde para demonstrarmos que são clicáveis utilizamos um pequeno efeito destacando-o da interface e sempre que queríamos deixa-lo desativado ele ganha uma tonalidade mais clara , o palco de fotos fazendo alusão ao palco de um teatro para sugerir a ideia de que ali estão sendo-lhe apresentada as fotos para que ele valide as tags, ou seja, todos esses detalhes de como apresentar os elementos na interface de forma que o usuário compreendesse a mensagem passada por um determinado elemento visual foi pensado para facilitar o entendimento e a usabilidade da interface. Queríamos que quando o usuário olhasse para interface de imediato ele entendesse todas as possíveis funções presentes nela.Através de testes foi possivel indentificar que haviamos conseguido realmente tornar todas funções presente na interface clara e objetiva somente através de elmentos visuais.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Cap 13

A visualidade tátil do i-digital do Banco Itaú foi algo que me despertou a atenção, pois os olhos sempre tendem a seguir a linha que circunda o “i” desde seu inicio até o final de forma a acompanhar e apalpar. A logo acaba prendendo nosso olhar, pois a forma nos agrada.
O interessante disso é que durante muito tempo a empresa utilizou essa propriedade da sua logo i-digital em suas propagandas vinculadas na televisão, onde sempre ao final do comercial uma pessoa realizava o movimento com a mão aludindo à formação dessa logo. A forma da logo é tão agradável e interessante, que  o comercial de certa forma atingiu fortemente as pessoas, prova disso era que sempre em meio a rodas de amigos brincadeiras simulando a formação do “i-digital” era bastante comum.  

terça-feira, 14 de junho de 2011

Cap 12

Entre as diversas significâncias presente na logo, a que mais me chamou atenção foi a correspondência que buscaram entre o nome e a logo. Por exemplo, segundo a autora o nome ViVo apresenta a letra “V” três vezes então logo também vamos ter esses “V” presente no logo entre os braços e as pernas e entre as pernas, o “i” seria o tronco do boneco, já o “O” a cabeça.
É interessante percebe a relação do nome com a composição da logo, pois é algo que não percebemos claramente ao visualizar a logo da ViVo, pensamos que o boneco da logo foi composto aleatoriamente. São esses simples detalhes que enriquece uma boa composição, apesar de passar despercebido, eles conquistam sua atenção mesmo que inconscientemente.

domingo, 12 de junho de 2011

FIlme - Sherlock Homes

O filme Sherlock Homes tem em seu enredo uma gama enorme de símbolos e índices. Esses elementos enriquecem a história, pois se trata de um romance policia onde o personagem principal ira desvendar os mistérios a partir de pistas (índices) deixadas nas cenas dos crimes.
Um símbolo bastante marcante e impossível passar despercebido é o corvo que sempre que a morte está chegando ele é apresentado na cena, após a anunciação da morte através desse símbolo o enredo se desenrola com a morte de alguém, ou seja, o corvo serve como o anunciador da morte. A inclusão desse elemento a meu ver é bastante interessante no filme, pois de certa forma ele desperta no espectador a curiosidade, quem ira morrer?
Outro elemento semiótico bem interessante são os índices, e em uma cena em especifico eles me chamaram bastante atenção. Homes é transportado dentro de uma carruagem de olhos vendados e através de índices como: cheiro do pão, som, um buraco, e outros elementos foi capaz de identificar todo o trajeto feito até o local.
Sem duvida esses elementos semióticos inseridos no filme o tornam bastante interessante, pois na minha opinião são eles que despertam a atenção do espectador, que apresenta-se curioso para saber como Homes ira desvendar os crimes e também busca entender o raciocínio de Homes diante detalhes encontrado por ele em um caso.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Analise da propaganda


Link para propaganda: 
http://www.youtube.com/watch?v=8gf2HbWb_7Y

Introdução

      Para Pierce signo será qualquer coisa que representa alguma outra coisa para alguém, e partir do estudos realizados por esse grande filosofo norte-americano iremos analisar essa peça publicitário dentro dos conceitos de signos abordados por Pierce em seus trabalhos. Diante dos conceitos apresentados por Pierce, iremos avaliar a propagando, principalmente, a partir dos três outros elementos que segundo ele compõe o signo: Representamem, Objeto e Interpretante. Faremos também a analise do objeto, a partir da classificação dada por Pierce onde segundo este autor os fenômenos nos apresenta a mente em três elementos também, no caso: Primeiridade, Secundidade e Terceiridade.
      A peça publicitária se trata de uma propaganda de bebidas alcoólica da  Seagram, empresa de bebidas destiladas, na qual se é abordada os problemas gerados por estas bebidas dentro da família principalmente no que se diz respeito aos filhos e partir disso busca-se a conscientização do receptor da mensagem para que beba com moderação.
      Sem duvida a propaganda surpreende pelo caráter da abordagem inovadora na qual se trabalha a publicidade da cerveja, onde não há apenas o marketing de venda do produto mais também a conscientização do consumidores de bebidas alcoólicas. E essa nova forma de abordagem levou a essa propaganda prêmios como o Leão de Prata em Cannes (1973).
      A peça é bastante ousada por mesclar a imagem de uma criança numa propaganda sobre bebidas alcoólicas e os problemas causados pela mesma e no fim passar que podem ainda ser usadas para o prazer e alegria. Algo que deve ter sido bastante impactante na época.

A peça publicitária como signo

      Para analise da peça publicitária realizada pela Companhia de Cerveja “Seagram” como, signo, a partir de uma visão semiótica, irei se utilizar dos estudos realizados pelo filósofo norte-americano Charles Sanders Peirce. Para ele o signo será qualquer coisa que representa alguma outra coisa para alguém,como dito anteriormente, a propaganda seria o signo na qual se buscar produzir uma efeito significativo no telespectador que será o receptor dá informação que esta sendo veiculada em massa por meio da televisão.
     Segundo Pierce o signo é um elemento em que se correlacionam três outros elementos, chamados de representamem, objeto e interpretante.O uso correto dessa natureza triádica que possui o signo segundo Pierce, se feita de forma correta pode-se conseguir resultados satisfatório em relação a mensagem a que se propõe passar. A utilização na propaganda de um garoto que se utiliza de expressões faciais para transparecer seu sentimentos e uma narrativa bem elaborada (são os representamem) é a forma na qual o produtor e a empresa Seagram encontrou para alertar os males que a bebida alcoólica (que é o objeto) pode causar, com isso busca-se uma auto reflexão por parte dos consumidores (que é o interpretante) de bebidas alcoólicas.
      Para a analise da peça publicitária como um signo tambem deve-se levar em consideração o poder da mensagem que nos é passada, seja ela de caráter sugestivo, indicativo ou representativo e também a perspectiva e entendimento de seu interpretante.

Narrativa

      A narrativa se baseia em algo ousado no que se diz respeito a uma propaganda de bebida alcoólica, na qual é de costume se ver a imagem de pessoas se divertindo e lindas mulheres, mas nesse caso é bem diferente, a empresa no caso a Seagram, põe-se de certa forma em risco o aumento na vendas de seu produto ao alertar seus consumidores de que o uso exagerado de bebidas alcoólicas pode ser ruim para a harmonia da família e acima de tudo na boa educação de seus filhos.
      A peça publicitária se alicerçara na imagem de uma criança por volta de sete e nove anos e uma narrativa muito bem elaborada que irá buscar o alerta dos pais de família de quanto são mau exemplo na vida de seus filhos ao utilizarem exageradamente bebidas alcoólicas. A propaganda irá adquirir um papel de alerta mais forte do que o papel de venda, apesar de que esse estará implícito por trás dessa abordagem, ou seja, existi a busca de se incutir na mente a idéia de que aquela empresa de cerveja esta preocupada com seus consumidores e com isso há um aumento na confiabilidade das pessoas em relação à marca.
     A cena se inicia com um plano fechado no rosto do menino e este mesmo plano se permanecera por toda narrativa. Ao fundo do menino será colocado uma parede de cor neutra de preferência, branco ou cinza clara, para que o fundo não tome mais atenção do que as expressões produzidas pelo menino. No inicio teremos o menino (triste, sério e com seu olhar direcionado para a câmera) e a narração alertando sobre o problema que o álcool vem causando nas famílias principalmente nos filhos e a medida que se decorre a narração a face do menino irá mudando lentamente e se abrindo um sorriso no momento em que o narrador começará a dar conselhos sobre o uso do álcool.Ao final teremos uma tela preta que aparecerá sobre a imagem do garoto e o nome da empresa “Seagram” surgira.
     O uso de uma narração bem estruturada juntamente com as expressões faciais bem sincronizadas busca impactar de forma forte o telespectador (interpretante) que estará diante da peça publicitária.

Analise do objeto da peça

      A partir do objeto trabalhado na propaganda, no caso a bebida alcoólica,  iremos fazer uma analise semiótica baseada nos estudos de Pierce no qual ele diz que: o fenômenos nos apresenta a mente em três elementos que são: Primeiridade, secundidade e terceiridade.
    A primeiridade seria o sentido imediato que atribuímos, no caso da bebida alcoólica a primeira apreensão seria de um liquido de teor alcoólico que é comercializado em garrafas ou latas e que é digerível, na maioria das situações é utilizado por adultos.
     Na secundidade teremos a relação entre signo e objeto, ou seja, a partir das coisas que nos é transmitida na propaganda podemos no remeter ao objeto, pois a propaganda servira como um signo indicial do objeto, isso se deve pelo fato de que o relato apresentado na propagando são fatos que decorrem do uso do objeto, no caso a bebida alcoólica. Nessa segunda fase o interpretante começa a atribuir qualidades ao objeto, como: embriaguez, felicidade, amigos, problemas familiares, coisas que irão qualificar o objeto em questão e essas qualificações irão partir de seu conhecimento anterior. Ele ira remeter também que os prejuízos que ela pode causar não se restringem aos usuários apenas.
  Na terceiridade teremos o que o signo causou no interpretante, o novo olhar que o interpretante adquiriu a partir do que lhe foi passado e do que ele já detinha de conhecimento. No interpretante o signo, poderá fazê-lo refletir além da embriaguez o quanto prejudicial aquele estado na qual está acostumado ficar após a ingestão de bebida alcoólica pode ser ruim para seus filhos. Aqui o interpretante terá suas conclusões passadas confrontadas com as novas idéias apresentadas e com isso uma nova conclusão e avaliação de postura.
    Através da imagem e da narração a peça busca demonstrar que a utilização de álcool pode trazer não só os problemas recentes (embriaguez, desentendimentos, brigas familiares, etc), mas prejuízos futuros, pois seus filhos que hoje lhe ver passar da conta na bebida alcoólica irá se espelhar em você e futuramente será ele que estará passando da conta. Mas também relata que usada com prudência ela poderá trazer apenas prazer e alegria.    

Considerações Finais

     Através dessa propaganda a Seagram, empresa especializada em bebidas destiladas, produz um novo conceito de propagandas sobre bebidas alcoólicas, deixando de lado aquela propaganda onde se tem pessoas alegres e mulheres bonitas para se explorar os males que a bebida alcoólica vem gerando na sociedade e em diversas famílias.
     Com essa abordagem em particular, a bebida alcoólica passa assim a ganhar um novo significado na sociedade, ou seja, não é sinônimo apenas de alegria e diversão e sim motivo de problemas se consumida exageradamente. A perspectiva utilizada para a abordagem do problema se utiliza dos filhos que tomaram o pai como exemplo e acabam se tornando também consumidores de bebida alcoólica, esse tipo de abordagem busca fazer com que a mensagem a ser passada acabe chegando de forma mais impactante nos consumidores de bebidas alcoólicas, pois saberão que seus filhos hoje estão entregues ao álcool, pois eles indiretamente os incentivaram.
     Essa propaganda se veiculada hoje não televisão ela ainda seria atual, pois ate hoje os problemas gerados pelo álcool continuam os mesmos, mas não há nenhuma empresa atualmente com a coragem que a Seagram teve de colocar a panos limpos a realidade das conseqüências gerada pelo álcool. Atualmente as propagandas de bebidas alcoólicas são apenas mulheres bonitas e um grupos de amigos na maior diversão e o mais excepcional é que ninguém esta embriagado, todos estão lúcidos e felizes coisa que na realidade não acontece, a realidade é que cada vez mais bebida alcoólica vem destruído a vida de várias pessoas, seja, parcialmente ou efetivamente.
     Apenas com consciência, responsabilidade e moderação ela poderia ser realmente um símbolo de alegria e diversão.


Referencias bibliográficas

  • http://pt.scribd.com/doc/11451925/O-SIGNO-SEMIOTICO-NA-PERSPECTIVA-DE-CHARLES-SANDERS-PEIRCE

  • O Sutiã Semiótico: análise do filme publicitário “Primeiro Sutiã” como signo associado à descoberta da feminilidade. Rodrigo Duguay da Hora Pimenta
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  • O Que é Semiotica - Lucia Santaella



sexta-feira, 8 de abril de 2011

Produto


Cor:

Utiliza-se da cor branca para dar um ar de pureza e luxuria a embalagem que em sua composição contaram com cristais e algumas inscrições em partículas que darão ainda mais enfase a classe que busca atingir e a luxuria dos seus consumidores.

As linhas:

A embalagem tem linha retas que buscam forma uma embalagem triangular. Em alguns casos ela busca o alinhamento dos cristais de maneira a formar uma estrela.

Possíveis sinais convencionais:

A tipografia utilizada no nome do produto

A logo-marca:

A letra utilizada para compor o logotipo tambem cumpre bastante o papel de passar ao consumidor a ideia de poder e luxo.

Sinestesia:

Visualmente o produto passa uma ideia de algo que possui um alto nível de requinte, e a sensação tátil de se estar tocando em algo delicado, já o aroma é de algo límpido.

Poder apelativo:

A utilização de cristais na composição do frasco que chamam de imediato a atenção do consumidor

Possíveis interpretações:

A ideia de riqueza e requinte são as primeiras sensações que o produto passa. Em segundo plano a ideia de que o produto é acessivel a uma pequena classe de consumidores que possuem um maior poder aquisitivo

terça-feira, 5 de abril de 2011

Analise do filme ("O nome da rosa")

     O filme “O nome da Rosa” tem um enredo que gira em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Em meio a essas investigações teremos o confronto entre duas concepções, ou melhor, dois tipos de se buscar explicação para o eventos ocorridos, como uma das vertentes teremos a busca de resposta a partir de um conhecimento cientifico e de contraponto a esse temos as investigações baseadas  nas concepções da igreja.
     Durante todo filme o monge franciscano William de Baskersville irá buscar resolver cientificamente os fatos que vem ocorrendo na abadia. Em suas investigações fica claro as varias interpretações feita pelo monge a partir de indícios baseados em símbolos e índices, por exemplo: o covo como símbolo de quem alguém havia morrido ou pegadas na neve e sangue como índice de onde e como se procedeu a morte do individuo.
     Algo bastante marcante no filme é o figurino e o cenário que de forma incrível nos consegue mostra com clareza a realidade da época em que se passa a história. A incrível produção desses dois elementos é de grande importância, pois eles nos conseguem remeter a época em que se passa o filme e também demonstrar a realidade vivida na época.    

sexta-feira, 25 de março de 2011

Texto de analise

         Aprendemos que a Semiótica, apesar de num primeiro contato parecer algo muito filosófico, técnico e de difícil apreensão, é possível entendê-la como uma ciência que busca estudar as diversas linguagens existentes para uma melhor compreensão e expressão dos códigos que fazem parte do cotidiano das pessoas. Ela não se limita a dar significados às coisas que existem, mas busca investigar os processos que se encadeiam, gerando significados que não se mantém estáticos, mas sim dinâmicos, podendo ser distintos em contextos culturais, técnicos, econômicos, temporais e sociopolíticos diversos.
        Semiótica é, portanto, a ciência que estuda os signos e seus diversos significados. O signo é a matéria-prima da fenomenologia, e esta é considerada uma “quase ciência”, a qual dá suporte à outras três ciências normativas: estética, ética e lógica- que tem por função estudar ideais, valores e normas. O três é o número mágico, que para Pierce deveria ter algum significado simbólico. Não é à toa que ele dividiu a maioria dos métodos de apreensão da semiótica(sejam categorias ou partes dos objetos de análise) em 3. Para o signo teríamos (como partes): sin-signo, quali-signo e legi-signo. Para o objeto, ícone, índice e símbolo; para o intrepretante, rema, díscene e argumento.
         No processo de interpretação do fenômeno temos três etapas. A primeiridade, seria a primeira compreensão, a mais superficial (como se pudéssemos congelar o tempo e dizer qual seria a primeira impressão que o signo nos traz). A secundidade é a provocação, quando o íntreprete busca fazer a ligação daquilo que ele viu com outras experiências a que ele já teve contato. A terceiridadade seria a elaboração cognitiva, quando a ideia já cria fundamentos e não está mais tão ligada a inferências ou suposições, mas para o ínterprete já possui um signicado seja ele imediato ou final.

Figura

A imagem demonstra tres etapas de interpretação através de figuras que tornam claro o modo como se dão processos que muitas vezes através leitura não são tão compreensiveis como a imagem.

terça-feira, 22 de março de 2011

Sonho

A imagem busca representar um sonho com um disco voador. No sonho o disco voador estar sobrevoando um canavial na busca de capturar uma pessoa.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Criação

Através deste simbolo eu tento passar a ideia de paz em um mundo com muito mais união e carinho.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Resumo da leitura

Semiótica a partir de Pierce   

Para Pierce, a fenomenologia seria a descrição e analise das experiência que homem adquiri no decorrer de sua vida e a todo instante.
Em 1867, Pierce denomina categorias  1- Qualidade, 2- Relação e 3- Representações. Para fins científicos Pierce as denominou por Primeiridade, Secundidade e Terceiridade.
·           
Primeiridade

A primeiridade é presente e imediato, é fresco e novo, é a primeira apreensão das cosias que nos aparecem, ou seja, é o sentido imediato que atribuímos a algo que se faz presente diante de nós, mas essa atribuição deve ser imediata, no momento em que o fenômeno ocorre, pois se trata de um presente imediato. A primeiridade consiste-se nas idéias e pensamentos, na capacide de atribuir significado imediato mesmo que impreciso as coisas.

·         Secundidade

Na secundidade a factualidade do existir está nessa corporificação material. Temos algo existente e no qual esse algo tem em si uma significância, e essa significância já era de conhecimento prévio, ou seja, ao vermos um objeto lhe atribuímos alguma funcionalidade pois sabemos do que se trata.

·         Terceiridade

A terceiridade seria a junção das outras duas categorias, primeiridade e secundidade, seria a junção da significância com ao que se atribui aquela significância.
A consciência passa a ser colocada em funcionamento seja para interpretar ou intervir no fenômeno apreendido.


Definição de signo

O signo tem o intuito de representar algo, no caso seu objeto. O papel do signo é poder substituir o objeto na qual representa, mas ele não é o objeto e sim a significância do objeto, algo que lhe remeta ao objeto.

Classificação dos signos

Quali-signo: a significância contida naquele objeto, o signo no seu modo de ser, aspecto ou aparência.
Sin-signo: quando o signo nos remete a algo (o objeto de que ele faz parte) e não ao objeto  propriamente.
Legi-signo: Quando o signo possui um caráter de lei geral, ou seja, por pacto coletivo ou determinação aquele símbolo acabou representando aquele seu objeto.

Obs.: texto redigido a partir da leitura do livro “O que é Semiótica – Lucia Santaella”

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Semiótica

        "A semiótica é um saber muito antigo, que estuda os modos como o homem significa o que o rodeia. "

     A Semiótica é uma ciência que teve suas bases lançadas entre o final do século XIX e o início do século XX. Os princípios fundamentais foram estabelecidos por dois cientistas: o americano Charles S. Peirce e o suíço Ferdinand de Saussure. O trabalho de Peirce tem uma forte tonalidade filosófica. Saussure aborda mais a Lingüística. Um jamais conheceu o trabalho do outro.
      Dada a sua natureza, a Semiótica é muito útil no estudo de qualquer fenônemo relacionado à transmissão e retenção de informação: a Linguagem, as Artes, a própria Comunicação.
      Acreditamos que a Semiótica tem uma grande aplicação prática no desenvolvimento de sistemas pois lança uma nova maneira de abordar problemas complexos, e muitos de nossos produtos são baseados em componentes construídos a partir dos conceitos dessa ciência.

O que é Signo?

Resumidamente, um signo relaciona três elementos - segundo Peirce. É composto por:
·  um Objeto (que pode ser um fato);
·  um Interpretante (que pode ser a interpretação que alguém venha a fazer do fato - não confundir com "intérprete"); e
·  um Representâmen, que é o corpo do Signo em si.

Assim, no Signo há uma relação tripla entre Objeto, Interpretante e Representâmen. A palavra "computador" é um Signo:
·  o seu Objeto pode ser um computador qualquer;
·  o Interpretante, para você - é o computador que vem à sua cabeça ao ler a palavra; e
·  o Representâmen é a própria palavra "computador". Na prática, o Representâmen é o veículo da informação.

É fácil perceber que quaisquer informações dentro de um computador são Representâmens: imagens, figuras, sons que representam algum objeto do mundo real (e tão perfeitamente que chega-se a falar em realidade virtual!).