quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Principios do Design Grafico

BALANÇO

É o equilíbrio visual entre as partes elementares de uma  configuração. Da mesma forma como ocorre com dois corpos físicos diferentes vistos por um espectador, os elementos de uma composição (seja ela uma obra de arte, uma obra arquitetônica, um produto, etc.) criam sensações no espectador em relação ao equilíbrio e à estabilidade.Uma configuração com áreas mais pesadas visualmente que outras ou que aparentem estar "tombando" para um lado pode causar desconforto ou inibir a transmissão da informação.O balanço é o modo de distribuição desses componentes para que o conjunto transmita ao espectador a sensação de estabilidade e equilíbrio, mesmo que as partes elementares que compõem a configuração não sejam isomorfas e tenham cores e texturas diferentes.
Na imagem o deslocamento do ponto causa um desequilíbrio na composição da imagem, no segundo quadro o fato de o ponto estar bem centralizado causa uma certa comodidade, já no ultimo o acrescentamento de mais um ponto torna a imagem equilibrada.

SIMETRIA E ASSIMETRIA

O balanço da composição é obtido quando os eixos de equilíbrio estão localizados nos eixos centrais (vertical e horizontal) da configuração. A composição é simétrica quando as imagens ou suas partes estão dispersas igualmente em torno
desses eixos.A composição assimétrica é obtida pelo arranjo de objetos não isomorfos de modo que os eixos de equilíbrio permaneçam nos eixos centrais.Os arranjos simétricos tendem a ser formais, estáveis e estáticos, além de serem facilmente 'decifrados'. Os arranjos assimétricos são mais informais e atrativos. A 'tensão visual' decorrente do balanceamento de imagens diferentes cria certo interesse no observador. Por esse motivo as composições assimétricas tendem a ser mais 'interessantes' que as simétricas.  
A primeira figura nos trás o conceito de simetria, já segunda nós temos o conceito e assimetria.

TAMANHO E ESCALA

A proximidade entre dois objetos gera uma interação que cria efeitos óticos e ilusões no observador, afetando a percepção das características físicas de cada um desses objetos.
Nas famílias de tipos projetadas, as características próprias de cada letra criam a necessidade da criação de alterações e distorções em algumas delas para que o conjunto - uma palavra
- pareça homogêneo para o leitor.O tamanho do objeto interfere também na percepção que o
observador tem de sua localização no espaço. Objetos maiores aparentam estar mais próximos e objetos menores aparentam estar mais distantes do observador. Essa "insinuação visual"
(visual cue) pode ser usada para simular distância e profundidade.
O fato de o homem se apresentar maior na fotografia dar a idéia de que estar mais próximo que os demais.

PROXIMIDADE

Elementos que estejam muito próximos entre sí tendem a formar "chunks" ou grupos e a serem percebidos dessa forma pelo observador, fazendo com que cada um dos elementos
perca sua 'identidade' e individualidade.As formas que estejam muito próximas entre si podem ser espacialmente destacadas ou podem se tocar, se interpenetrarem, serem sobrepostas, unidas, cruzadas ou coincididas, oferecendo muitas opções para sua organização e,
consequentemente, muitos efeitos visuais diferentes.



CONTRASTE


O mais primário fator de detecção de um objeto é a diferença entre ele e seu entorno. Essa diferenciação se dá em relação à cor, à luminância, ao movimento, à aparência, ao tamanho, à
textura, à posição, à direção e ao volume. O contraste entre o objeto e o entorno em qualquer delas pode criar distinção e ênfase. O uso de fortes contrastes pode prevenir ambiguidades e
tornar o conjunto mais atraente e interessante, além de facilitar a tarefa de identificação dos elementos que o compõem.
No caso esse seria um exemplo de contraste, que no caso se diz respeito ao contraste do novo com o velho, os mais potente com o de menor potencia...


Obs: Para que quiser ver os demais principios segue o endereço da fonte de pesquisa-

Nenhum comentário:

Postar um comentário